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O Mundo dos Incenso

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O Reino dos Incensos é regido pela magia das ervas!
A fumaça aromatizada que se eleva espiralando em direção às estrelas forma um componente universal de práticas mágicas e religiosas desde os mais antigos registros da humanidade.
Tradicionalmente em todas as 
religiões encontramos a queima ritualística de ervas aromáticas, pois sabe-se que ao obedecermos uma disciplina mental de concentração na queima de Incensos, atraímos a cooperação de Egrégoras em afinidade ao potencial energético das plantas que compõe o Incenso.

Hoje, estudos com embasamentos científicos e estatísticos comprovam os benefícios potenciais da Aroma-Terapia e a Fito-energia sabe-se da influencia que os aromas exercem no campo emocional e energético de uma pessoa. Portanto, um incenso, criteriosamente produzido, tem o poder de sensibilizar e elevar a vibração psíquica de um indivíduo, assim como auxiliar na produção de um estado emocional receptivo, concentrado, inspirado, harmonizado consigo mesmo ou atribuído de qualquer outra qualidade inerente ao plano fino elevado, ou espiritual.

Tecnicamente um Incenso de boa qualidade modifica o teor energético do ambiente, purificando e equilibrando o mesmo, atuando através da desintegração de centros de convergência mórbidos, originados de pensamentos e sentimentos humanos, desagregando pontos de vibrações indesejáveis e microorganismos psíquicos estagnados nos ambientes.

O uso das energias naturais para ocasionar as mudanças energéticas necessárias interiormente ou no ambiente externo é a finalidade dos Incensos Inca, que são produzidos artesanalmente sob uma composição natural de ervas criteriosamente selecionadas, em especial da Floresta Brasileira.

Produzidos em forma de bastão, são mais grossos do que os tradicionais e possuem uma formulação natural composta por essências orgânicas (não fabricadas com derivados de petróleo), óleos essenciais, resinas naturais, ervas, folhas, cascas e madeiras aromáticas. Os incensos Inca são livres, em sua fabricação, dos produtos nocivamente tóxicos utilizados na produção de incensos comuns tais como: colas, fixadores, entre outros e portanto NÃO SÃO TÓXICOS. Além disso, o palito e o carvão vegetal (base para a queima) são provenientes de plantio com reflorestamento consciente.
Estes aspectos dos Incensos Inca são um sinal da confiabilidade e segurança que são corroborados ao sentirmos a maciez, a compatibilidade e os benefícios dos aromas aos nossos corpos físico, emocional mental e energético.

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Fonte: aromainca.com.br

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EU APOIO – Umbanda in Concert

O Instituto Cultural Aruanda – ICA junto com o Grupo Aruandá está produzindo o CD Umbanda in Concert, que é um tributo aos Orixás contemplando vários ritmos.

São música para ouvir em qualquer situação. O objetivo é popularizar a musicalidade afro-brasileira e divulgar a cultura da Umbanda Sagrada da maneira mais universal que existe, a música.

Ritmos como o Reggae, o Rock, o Samba, o Axé e outros estão presentes nesta obra prima.

São parceiros diretos neste projeto o site Umbanda, Eu Curto!, Conversa entre Adeptus, Terra Mystica, Umbanda EAD e a plataforma Evocare.

Este também conta com incentivo financeiro parcial via Ponto de Cultura – Ponto ICA, convênio entre o MinC – Ministério da Cultura e a Secretaria Municipal de Cultura de Bauru.

Tiragem prevista de 2.000 cópias.

Convocamos a comunidade Umbandista que gosta de boa música e que é entusiasta de trabalhos que enaltecem a religião, a colaborar com mais esta iniciativa do ICA – http://www.ica.org.br

PARA APOIAR: https://evocare.me/projeto/umbanda-in-concert-tributo-aos-orixas/

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02/04/2014 · 18:10

FILHO DE FÉ, RESPEITE O PRECEITO

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PRECEITO: s.m. Aquilo que se aconselha fazer ou praticar; regra, ensinamento: os preceitos da religião.
 Ação de prescrever; prescrição.
Religião. Norma ou mandamento.
(Etm. do latim: praeceptum.i)

 

Toda profissão, todo esporte, toda lei, toda religião tem seus preceitos. Parece-me que a vida humana e social é regida dentre outras coisas de preceitos.

Não é diferente na Umbanda, todo umbandista do mais veterano ao mais novato sabe dos preceitos básicos para participar de um trabalho espiritual e é talvez uma das poucas coisas que são igualmente presentes em todos templos de Umbanda, diferenciando apenas um ou outro preceito mais específico de templo a templo.

Embora seja algo de conhecimento comum, observamos muitos negligenciarem preceitos fundamentais, ou seja, de fundamento.

Vivemos um período novo na Umbanda, de muita comunicação, de farta informação, estudos e acessos, no entanto, o ônus disso é muitas vezes a confusão, a dispersão ou mesmo a negação daquilo que é tradicionalmente fundamental em detrimento de uma “nova” consciência.

Hoje encontramos discursos inflamados e até mesmo bem construídos querendo desconstruir preceitos que são o que são porque foram assim ensinados pelos espíritos na Umbanda.

Alegar parafraseando Jesus, que o mais importante é o que sai pela boca e não o que entra validando comer carne e beber álcool em dias de trabalho espiritual é uma grande falta de entendimento básico sobre o que é preceito, bem como um ato de ignorância diante a mística da religião.

Sei que existem preceitos sem precedente e outros bem exagerados, talvez na minha ótica, pois não os pratico em meu Templo, porém o fato de eu não conhecer ou praticar, isso não invalida um preceito particular.

Realmente precisamos distinguir o que é preceito e o que é superstição, talvez seja aí onde nos esbarramos com muitos conflitos.

Preceitos são orientações importantes para nortear e conectar o fiel numa dinâmica mais profunda com sua espiritualidade. Muitas vezes pode parecer até purgativo e quanto mais difícil parecer um preceito, mais eficácia reflexiva ele oferece ao fiel. Pois é, na proibição daquilo que lhe é rotineiro em função de algo maior, lhe faz refletir sobre a diferença entre o Sagrado e o Profano, sobre sua capacidade de dedicação e comprometimento, sobre a sua disponibilidade em ser mais eficiente e mesmo sobre a real importância da religião na sua vida. Já vi muitos casos de pessoas se reformarem ao observar com dedicação os preceitos.

Para vegetarianos o preceito de não comer carne um dia antes do trabalho espiritual não significa nada, ele de certa forma vive este preceito todos os dias, este indivíduo não precisa abrir mão de nada neste caso, de modo que não propõe nenhuma reflexão no período.

Numa ótica litúrgica, preceitos tem portanto o objetivo que religar (religare) o fiel com o Sagrado. No entanto, como na Umbanda existem questões mais complexas, consideramos o plano das energias e todos e tudo como energias, então os preceitos contemplam as particularidades que viabilizam maior sutilização e purificação do campo energético e magnético daqueles que participam do trabalho espiritual.

Perceba que em nenhum momento digo que os preceitos servem apenas aos médiuns, embora muitos acreditam que sejam. Um erro. Os preceitos servem para todos que compõem o corpo interno de trabalhadores da Gira, ou seja, médiuns, cambones, curimba e todos com qualquer outra função que estejam participando diretamente do trabalho espiritual, portanto somente a consulência está livre das orientações preceituais.

Então compreenda que os preceitos não são opcionais e tem fundamento.

Abaixo listo alguns preceitos básicos e comuns.

Banho de Ervas – antes de ir para o Templo, tem como objetivo limpar e sutilizar o campo energético em camadas mais superficiais. O modo de preparo e as ervas a serem utilizadas é específico a cada Templo;

Carne – não comer carne 24hs antes do trabalho espiritual, no mínimo 24hs. E é todo tipo de carne. Tem como objetivo minimizar os impactos vibratórios densos mais internos ocasionados pela ingestão destes alimentos. A carne é impregnada de energia densa, por conta do sangue, muitas vezes do sofrimento no abate e criação. Sua digestão também é lenta e isso altera nosso metabolismo e faz concentrar muita energia na digestão. Após 24hs nosso campo energético já terá metabolizado este magnetismo e retomado o padrão;

Ingestão Alcoólica – o elemento etílico é potencialmente densificador vibratório e magnético, impregnando o campo áurico de uma energia desestabilizadora. Após ingerir bebida alcoólica desde que moderadamente, demora cerca de 24hs para ser metabolizado pelos chakras e o padrão vibratório se restabelecer;

Relação Sexual – evitar relação sexual 24hs antes dos trabalhos. Muitos questionam que se praticam o sexo com parceiro fixo, cheio de amor, então deveria ser revisto este preceito. Esta idéia tem como precedente uma visão errada do sexo de que seria ele algo nocivo. Mas não se trata nada disso.

A observação deste preceito se dá, pois com ou sem amor, na relação sexual o campo energético em todas escalas é inundado pela energia do parceiro, alterando completamente a estrutura magnética do seu campo vibratório, o que dificulta a fusão magnética entre as entidades e os indivíduos. Após 24hs já terá sido metabolizado e restituido o padrão magnético do indivíduo.

Existem muito outros preceitos mais específicos. Aqui pontuei superficialmente os 4 básicos que encontraremos em qualquer templo.

Sendo assim, fica o alerta para que você filho de fé da Umbanda, observe, respeite e pratique com empenho os preceitos. Isso lhe dará maior consciência religiosa, maior entrosamento espiritual e é uma das dinâmicas construtoras de uma espiritualidade religiosa mais refinada.

Ser Umbandista é contemplar em prática diária com amor, tudo aquilo que aprendemos no Templo.

Salve a Umbanda, Oxalá nos abençoe!

(imagem retirada da internet)

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